Meu verso mudo
Meu metro curto
Minha palavra dura
Minha batida forte
Silenciosamente forte
Olho, curioso,
Para meu sonho,
Que se oculta
Numa ostra,
A qual encho de
palavras,
E ela Incha, INcha
INCha, INCHa
INCHA
A ponto de expulsar
Minha ficção
Que ali dorme
Confortavelmente
Bato com a palavra
Na casca do meu sonho
Para que se abra
Para que se abra
Para que se abra
(Felipe Vigneron)
Enigmático,como você...
ResponderExcluirE esse enigma é importante? Tomara que seja! Obrigado, querido (a) anônimo (a)! Esteja conosco sempre!
ExcluirAté mesmo a simples inimportância é interessante,meu poeta :)
ExcluirCreio que sim, notável anônimo (a)!
ExcluirGosto muito dos seus comentários e das suas observações
Que bom! Pois estou sempre por aqui e,assim continuarei! abç :D
ExcluirQue bom que voltou ! Parabéns pelo belo texto!
ResponderExcluirObrigado, querido (a) anônimo (a)! Esperamos voltar com força total e contamos com o seu apoio, nos dando sempre uma força!
ExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirOtimo texto!
ResponderExcluirObrigadão a vc, Taís Chagas, que nos acompanha diretamente dos EUA! Bjs
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