terça-feira, 14 de agosto de 2012

Meu coração de vidro.

Quanto tempo ainda tenho,
talvez mais um ano,talvez
morra mês que vem,quanto o 
tempo ainda me tem !? 

Quantas lagrimas ainda vão rolar
na infinita quietude do me quarto,
lagrimas que não molham meu rosto,
mas deixa meu espirito marcado.

Quantos sonhos serão esquecidos, 
quantos serão menosprezados?. 
Da janela vejo o circo, do reflexo
vejo um triste palhaço, meu coração 
leve é pluma,e transparente como 
o mais doce mar.

Meu coração não é vidro,mas não obstante
junta poeira, como artigo de uma estante,
mero objeto de decoração a enfeitar.
Meu coração não é de vidro, 
mas ao toque de uma lagrima
pode se estilhaçar.

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