Naquela manhã o sol levantou-se preguiçosamente
naquele ônibus via-se e ouvia-se muita gente
todos acompanhados ,se não por calorosos abraços
talvez por frios MP3.
Todos; Exceto o número 26,
o ar frio do ônibus tentava congelar teu corpo
e não conseguia,pois dentro de seu peito uma chama ardia
livrando-o assim desta gélida agonia ;Sua cabeça nas nuvens
teu corpo na terra,sentia a sensação de um soldado
que jovem e sem preparo lança-se a guerra.
Seus olhos claro como o dia
mal podia conter vossa alegria
olhava através do vidro que com sua respiração
punha-se a embaçar ,e com o leves dedos,
e finos rabiscos a sua felicidade então
se pois a desenhar.Estava feliz e
podia-se notar no modo cortês de falar ,no olhar
que se perdia, no bater ritmado
do seu desastrado coração.
Já nem se lembrará da poltrona vazia
como poderia lembrar-se da solidão? .
MARAVILHOSO!!!
ResponderExcluirVocê é fera,Alex!
Escreve pra valer. Que bom que você voltou! ^^
Continue assim,não pare, seu ''trabalho'' tem que continuar...você escreve com bastante dedicação e com sentimento.Sua poesia toca na alma de qualquer ser apaixonado pela vida ou algo mais.
Faz brotar os mais valiosos pensamentos que se encontram dentro de cada ser.
Parabéns!
Nossa Isadora! Muito Obrigado mesmo... =)
Excluir*-* eu tentei parar de escrever ,mas minha vontade e meu coração não entraram em um acordo!
Esse poema eu fiz baseando-me em uma viajem que fiz,sentei na poltrona de numero 26 e fui só durante toda a viajem;Tanto na partida quanto na chegada,eu irei escrever sobre o número 26 (Chegada) ,e mostrar a dualidade dos sentimentos e sua intensidade.
Muito obrigado .. mesmo!!
Excelente... Parece minha viagem de Sampa pra cá rsrs
ResponderExcluirVc tava lá me espionando, eh? rsrs
Obrigada por matar a curiosidade, qdo respondeu o comentário da Isa.
Essa minha amiga escreve bem melhor. Assino embaixo o comentário dela.
Parabéns, muito bom mesmo!