Que das coisas ditas normais
nada mude nunca,
que eu siga amando a sexta e odiando a segunda.
Que do amor que tive
desmedido e sem fim,
reste algo em meu peito
e sem medo eu possa tentar
entender, que para conseguir amar
tenho primeiro que viver.
tenho primeiro que viver.
E assim quem sabe
seja eu o sol que
a tua noite escondeu,
sobre a sombra da lua
sei que ainda busca culpa
do que entre nós aconteceu.
E quando o sol raiar
e a tua prepotência se for
restará somente a culpa
de mandar para rua
aquele que realmente a amou.
E assim pela rua
sigo eu meus caminhos
tortos, contando sentimentos
mortos até que um dia
eu deixe de ser perola
em meio aos porcos ,
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