quarta-feira, 21 de março de 2012
Fria tarde de Verão.
Quando pensa-se que fugiu do cárcere do amor, acaba por se encontrar nas frias grades da solidão, por isso, preso aqui dentro de mim é onde mais sinto falta do calor da sua mão, do brilho do teu riso que dos meus olhos afastava a escuridão, olho pela janela e sinto o frio do inverno, em plena tarde de verão, entre sonhos, sorrisos e esperanças minha triste companheira é a solidão, me atiro ao tempo, em uma tarde sem vento que restou...
E o que restou!? o beijo, a foto, a lembrança, o medo? Ou a esperança de uma dança ao som da nossa música que nunca mais tocou.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Não tem como nem dizer. PERFEITO ! Mil vezes PARABÉNS !
ResponderExcluirObrigado! acho que já disse mas torno a repetir, vocês são nossa inspiração .. =)
Excluir